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ASQ

Medicina Integrativa: como funciona e seus benefícios

Com o objetivo de melhorar a saúde e qualidade de vida das pessoas, a medicina evolui constantemente. Dentro desse contexto surgem os tratamentos complementares à medicina tradicional e um deles é a Medicina Integrativa, prática que conta inclusive com o respaldo da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Com a Medicina Integrativa aspectos físicos, mentais e emocionais são integrados. Dessa forma, é possível entender melhor qual a causa de algumas doenças e qual a melhor maneira de tratar essa pessoa”, conta Luiza Costa, coordenadora de Atenção Integral à Saúde na AsQ. Para que essa assistência seja prestada da melhor maneira, profissionais de saúde de diversas áreas se juntam ao paciente, acompanhando-o de maneira integral. O interessante da prática é que o time de profissionais não trabalham para tratar apenas a doença e sim para melhorar a qualidade de vida de maneira geral. 

 

Assim, a experiência e conhecimento de médicos, enfermeiros, psicólogos, entre diversos outros profissionais é considerada. O papel do paciente também é parte do processo, pois na Medicina Integrativa entende-se que ele não pode ter um papel passivo, ele é parte importante na sua própria recuperação. Dessa forma, passa a compreender a necessidade do autocuidado e de seguir todas as recomendações para ter o melhor resultado possível. Todas as práticas recomendadas durante o tratamento são baseadas em evidências, com eficiência e segurança comprovadas. “A pessoa sente que está sendo cuidada de fato, pois analisamos todos os aspectos, mesclando medicina tradicional com meditação, técnica de atenção plena, prática de yoga e relaxamento, por exemplo. Além disso, analisamos como a pessoa se alimenta, se está tomando os medicamentos corretamente e se não está, qual o motivo. Queremos entender e melhorar cada aspecto, pois tudo está integrado”, ressalta Luiza. 

 

Princípios definidores da Medicina Integrativa

 

De acordo com a Universidade do Arizona, os princípios definidores da Medicina Integrativa são:

 

  1. O paciente e o médico são parceiros no processo de cura;
  2. Todos os fatores que influenciam a saúde, o bem-estar e a doença são levados em consideração, incluindo a mente, o espírito e a comunidade, bem como o corpo;
  3. O uso apropriado de métodos convencionais e alternativos facilita a resposta de cura inata do corpo; 
  4. Intervenções eficazes que são naturais e menos invasivas devem ser usadas sempre que possível; 
  5. A medicina integrativa não rejeita a medicina convencional nem aceita terapias alternativas de forma acrítica;
  6. A boa medicina se baseia na boa ciência. É orientada pela investigação e aberta a novos paradigmas;
  7. Ao lado do conceito de tratamento, os conceitos mais amplos de promoção da saúde e prevenção de doenças são fundamentais;
  8. Os praticantes da medicina integrativa devem exemplificar seus princípios e se comprometer com a autoexploração e o autodesenvolvimento.

 

Experiência com a Medicina Integrativa

 

A enfermeira da AsQ, Marina Monte Barardi, juntou-se aos Médicos Sem Fronteiras (MSF) em 2016, trabalhando em Angola, Guiné-Bissau, Sudão do Sul e em Bangladesh. Também já atuou na equipe de saúde da Ecovila Inkiri Piracanga, na Bahia, atendendo as necessidades de saúde da comunidade. Nesta ecovila ela esteve envolvida na produção de tinturas, fitoterápicos, participou ainda de oficinas de Reiki, Auriculoterapia e desintoxicação, envolvendo também essas práticas integrativas nos cuidados com a população local. Marina conta um pouco sobre sua experiência: “Através da minha experiência enquanto enfermeira, pude perceber o quanto as práticas integrativas enriquecem o cuidado com o paciente, trazendo uma série de benefícios, restaurando o equilíbrio, prevenindo doenças e reduzindo inclusive efeitos adversos de tratamentos alopáticos. Sendo portanto, uma aliada extremamente positiva de tratamentos com medicações convencionais. Muitas vezes só com as práticas integrativas é possível alcançar resultados surpreendentes de melhora no estado de saúde das pessoas, considerando as mais variáveis e diversas queixas de sintomas ou doenças já instaladas. Acredito muito nos benefícios das práticas integrativas por ela também considerarem o indivíduo como um todo e direcionar o tratamento para o autocuidado e autoconhecimento”, enfatiza Marina. 

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