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Retomada segura das atividades para evitar transmissão do Covid-19

Covid-19: Cuidados para garantir uma retomada segura das atividades

Com a vacinação da população no horizonte, muitas empresas começam a planejar uma retomada segura das atividades. Seja esta parcial ou plena, os cuidados que viraram rotina na pandemia continuam valendo. Sobretudo a higienização das mãos e superfícies, a circulação de ar nos ambientes e o uso de máscara são essenciais. Nesse sentido, um estudo realizado pelas universidades de Tulane, Harvard e MIT veio para confirmar estas necessidades.

A pesquisa buscou entender os chamados “eventos de super transmissão”. Neste fenômeno uma única pessoa é capaz de infectar várias outras. Isso pode acontecer quando muitas pessoas estão no mesmo ambiente e não tomam as devidas precauções. Ainda que já se soubesse que algumas pessoas estavam mais propensas a espalhar o novo coronavírus do que outras, alguns dos motivos que aumentam a transmissão da Covid-19 ainda não haviam sido testados. 

Publicado pelo periódico científico Proceedings of The National Academy of Sciences, o estudo envolveu duas análises separadas. Uma com 194 pessoas adultas saudáveis (não infectadas pelo novo coronavírus) e outra com 8 macacos de duas espécies diferentes com Covid-19. O objetivo era analisar o quanto as pessoas saudáveis e os primatas doentes espalharam gotículas respiratórias no ambiente ao respirar normalmente. 

O que as gotículas respiratórias têm a ver com a transmissão da Covid-19?

O tema do estudo é relevante pois essas pequenas partículas são o veículo principal que transporta o coronavírus entre as pessoas. As partículas são exaladas quando respiramos, falamos, tossimos e espirramos. Dependendo da sua densidade e peso, estas partículas têm comportamentos diferentes quando em contato com ar. Porém, vale dizer que é com base nestas partículas que se desenham os cuidados sanitários que temos nos últimos tempos.

Dentre estas partículas, as gotículas mais pesadas ficam pouco tempo no ar e logo caem em superfícies. Por isso a importância da higienização frequente de móveis e também dos sapatos, por exemplo. Já as partículas aerossóis são mais leves e ficam suspensas no ar por muito mais tempo. Sabe-se que estas são perigosas, pois há uma série crescente de evidências de que a Covid-19 também se transmite por essa via. Por isso que utilizamos máscara e é recomendada a ventilação dos ambientes para uma retomada segura das atividades.

Quais fatores levam uma pessoa a transmitir mais a Covid-19?

Bem como comentamos acima, a ciência já sabia há algum tempo que algumas pessoas têm mais probabilidade de transmitir o novo coronavírus do que outras. A pesquisa encontrou três fatores decisivos para a maior emissão de partículas e gotículas pela respiração, fala, tosse ou espirro: índice de massa corporal, idade e grau de infecção: 

  1. Idade: quanto mais velha a pessoa, mais partículas expele. 
  2. IMC: quanto maior o índice de massa corporal, mais partículas expele.
  3. Grau de infecção: no pico da infecção, em que a carga viral está no máximo, a transmissão é maior. 

Então os indivíduos que eram mais velhos, com IMC mais alto e uma taxa maior de infecção por covid-19 espalharam até três vezes mais o número de gotículas respiratórias do que outros grupos. Importante ressaltar que, como os humanos não estavam infectados, o resultado sobre o grau de infecção como fator de transmissão veio dos macacos.

A pesquisa confirmou algumas tendências que já foram percebidas em outras epidemias, como:

20% dos indivíduos infectados podem ser responsáveis por 80% da transmissão

Como resultado, os dados da pesquisa mostraram que apenas 18% dos voluntários humanos (35 pessoas) eram responsáveis por 80% das partículas exaladas por todo o grupo de 194 pessoas. Essa regra, também conhecida como Princípio de Pareto, foi percebida em outras epidemias. Do mesmo modo, a proporção de 20/80 já foi observada como padrão na transmissão de outras doenças infecciosas. Nelas, apenas 20% dos indivíduos infectados foram responsáveis por 80% das transmissões. A emissão de partículas respiratórias pode explicar isso – ao menos em parte. 

A transmissão é maior no pico da doença

Foi observado nos macacos, que os níveis de partículas emitidas chegaram ao nível máximo uma semana após a infecção, mesmo quando os animais não apresentavam sintomas notáveis. Neste período, a carga viral estava no pico. Em contrapartida, a emissão de partículas voltou aos níveis normais depois da segunda semana. Isso pode ser explicado porque a presença de vírus nas vias respiratórias diminui a quantidade de muco e abre caminho para que ao respirar, falar, tossir ou espirrar haja maior emissão de gotículas. Isso já foi percebido em outras doenças, como a tuberculose. 

Monitoramento e acompanhamento podem evitar transmissão de Covid-19

Por fim, os dados da pesquisa geram um alerta sobre os chamados eventos de super transmissão. Já se sabe que em aglomerações podem acontecer várias infecções, sendo que muitos ou todos os casos podem ter origem em apenas uma pessoa infectada. O mercado de frutos do mar de Wuhan, na China, ficou conhecido por ter sido o local do primeiro evento do tipo, ainda em 2019.

A partir disso, as medidas de segurança fazem ainda mais sentido. Usar máscara, higienizar as superfícies e manter os ambientes ventilados sempre são orientações que valem para que as empresas possam retomar suas atividades e evitar transmissões. Ainda que o estudo tenha um perfil de pessoas que emitem mais partículas e podem ser super transmissores em potencial, vale lembrar que pessoas infectadas – ainda que assintomáticas – também entram nesse grupo. 

Já que isso pode acontecer em qualquer lugar, inclusive no ambiente de trabalho e já existem soluções para apoiar as empresas a cuidarem de seus colaboradores e terem uma retomada segura das atividades. Além dos cuidados sanitários, monitoramento e acompanhamento constantes ajudam a identificar problemas, manter casos sob controle e amparar os colaboradores que estão com Covid-19 ou suspeita. 

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