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ASQ

Como reduzir a sinistralidade da sua operadora

A Gestão do Paciente Internado (GPI) consiste em assegurar que todas as necessidades da pessoa hospitalizada sejam supridas com segurança, agilidade, qualidade e uso sustentável de recursos, desde a entrada do paciente no hospital até a sua alta. Além de apoiar os sistemas de saúde a garantirem tudo isso e a cumprirem com as metas internacionais de segurança do paciente, proporciona também redução das taxas de sinistralidade das operadoras de planos de saúde. Assegurar que o ambiente hospitalar cumpra com todos os padrões é uma tarefa complexa, o que demanda uma equipe multiprofissional e uma rotina de auditoria para assegurar a qualidade de vida do paciente e evitar erros que podem ser fatais. Motivos não faltam para que uma boa gestão do paciente internado seja prioridade.

Dados sobre internações e sinistralidade no Brasil e no mundo

O Mapa Assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgado em 2019, afirma que somente em 2019 o setor gastou mais de R$67 bilhões em internações hospitalares, representando o maior custo para as operadoras dentre as despesas assistenciais. Um relatório do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) de 2013, mostrou que os eventos adversos preveníveis, como infecções e reações adversas a medicamentos, representaram custo direto entre US$17 e 28 bilhões ao setor de saúde americano e entre 20% e 30% do gasto assistencial está associado a falhas e práticas que não contribuem para melhoria no cuidado. No Brasil, segundo um levantamento realizado no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), 36% dos desperdícios aconteceram por tempo prolongado de internação, 27% dizem respeito a ocupação por internação inferior à 24h e os outros 27% são por pacientes que continuam ocupando o leito mesmo depois de já terem recebido alta. 

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), dentre as 421 milhões de internações que anualmente acontecem em todo mundo, há cerca de 42,7 milhões de eventos adversos; a estimativa é de que a cada 100 pacientes, 14 contraem infecções hospitalares. No Brasil, acontecem cerca de 1,7 milhões de eventos adversos por ano, contribuindo para mais de 200 mil óbitos. Além disso, cerca de 30% das altas hospitalares acabam resultando em reinternações por falta de cuidado, após a liberação do hospital, o que corresponde a mais de 15% das despesas hospitalares no Brasil.  Um cenário que poderia ser diferente com investimento em Gestão do Paciente Internado, já que o serviço ajuda a reduzir a sinistralidade por evitar acidentes e eventos adversos, reduzindo desperdícios e refletindo em ganhos financeiros. Estima-se que somente nos Estados Unidos, entre 2010 e 2015, melhorias de segurança levaram a uma economia estimada em US$28 milhões em hospitais – e ganhos inestimáveis em vidas e qualidade assistencial.

A importância de reduzir a sinistralidade

A sinistralidade é o resultado das receitas recebidas e as despesas com assistência. É necessário pensar em formas de reduzir a sinistralidade para garantir a sustentabilidade e a saúde financeira das operadoras, o que só é possível se formos capazes de identificar quais são os gargalos dos custos assistenciais para definir estratégias eficientes para otimizar o cuidado. Para tanto, é necessário que os dados estejam integrados e acessíveis para que os gestores possam tomar decisões em contextos críticos. A Gestão do Paciente Internado permite que isso aconteça e configura-se como essencial para a redução da sinistralidade.

GPI: uma ferramenta necessária

Enquanto o paciente está internado, ele precisa de um olhar atento e dedicado por parte de equipes de saúde multidisciplinares. Enfermeiros, médicos e outras especialidades atuam na verificação de todos os detalhes das internações, incluindo registros, consumo de insumos, exames e outros; tudo para garantir que os requisitos de segurança sejam cumpridos, com foco no cuidado do paciente e na sua recuperação, evitando eventos que possam causar danos e desperdício de recursos. Além do cuidado centrado na pessoa, a tecnologia também ajuda a assegurar que as seis metas internacionais de segurança do paciente:

 

  • Identificação correta do paciente;
  • Comunicação efetiva;
  • Prescrição correta e segura de medicamentos;
  • Cirurgia segura;
  • Cuidados para evitar a proliferação de infecções hospitalares;
  • Prevenção máxima sobre danos resultantes de quedas. 

 

Investir na segurança do paciente demonstra comprometimento com as pessoas e a Gestão do Paciente Internado não se encerra na porta do hospital. A alta segura faz parte do serviço e consiste na averiguação da condição real do paciente para que a alta seja realizada no momento certo, incluindo entrevistas e orientações à família para compreender as condições pessoais do paciente, em relação aos cuidados que irá receber em casa – que fazem toda a diferença para que a alta seja definitiva e o paciente possa concluir o tratamento no conforto do lar, sem reinternações onerosas e evitáveis. Ao melhorar o cuidado e torná-lo mais adequado às necessidades de cada paciente, a GPI promove melhores resultados, diminui o tempo de internação e previne eventos adversos. Assim, impacta profundamente nos custos assistenciais e, consequentemente, reduz a sinistralidade. 

Como posso integrar a GPI em minha estratégia de cuidado?

A Gestão do Paciente Internado é uma excelente aliada contra o desperdício no sistema de saúde, pois contribui para a qualidade assistencial durante a internação e otimiza consideravelmente os recursos das operadoras de planos de saúde. Porém, envolve processos complexos, exige tempo e equipes dedicadas exclusivamente a isso. Por isso, muitas empresas apostam na terceirização desse serviço. 

 

A AsQ é a resposta para contar com todos os benefícios que a Gestão do Paciente Internado pode trazer para as operadoras de planos de saúde. Todos os resultados são partilhados entre as equipes, que podem agir em conjunto por melhores resultados para todos os envolvidos. Aliando isso a tecnologias e inteligência artificial, garantimos mais qualidade com um processamento de dados eficiente, desde a entrada do paciente até a sua alta definitiva.

 

Para saber mais sobre a Gestão do Paciente Internado e diminuir o desperdício na sua operadora, convidamos a baixar um infográfico sobre o tema. 

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