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ASQ

AsQ promove série de eventos sobre inovação na saúde

Na última quinta-feira, ocorreu o AsQ Health Tech, a primeira edição de uma série de eventos online, promovidos pela AsQ com o objetivo de debater sobre temas relacionados à tecnologia e inovação na área da saúde. O primeiro evento abordou o tema: RH e a LGPD – como ficam os dados da saúde, que teve o objetivo de debater sobre como a área de recursos humanos deve agir e tratar os dados de seus colaboradores. O lançamento contou com a palestra de Paulo Silva, diretor de consultoria da Tracker Segurança da Informação. Paulo tem mais de 15 anos de experiência em consultoria e auditoria em gestão de segurança da informação, gestão de tecnologia e gestão da privacidade da informação. 

 

A LGPD não veio para barrar processos lícitos

 

De acordo com Paulo, mais do que evitar que os dados vazem, é importante saber como tratar todas as informações. Ele afirma que geralmente tratávamos esses dados de maneira informal e agora passamos a tratar de maneira formal. “A LGPD não veio para barrar processos lícitos, ou seja, se eu formalizar o que eu vou fazer com essas informações e desde que não seja algo ilegal, isso pode ser feito. Além disso, é importante pensar sempre no consentimento dos colaboradores”. 

 

Após a palestra, os participantes puderam conferir um painel de discussão que além da presença de Paulo, contou com Bernardo Rachadel, gerente de TI na AsQ, administrador e mestre em engenharia mecânica pela UFSC; Carla Biagioni, diretora técnica na AsQ, médica ginecologista e gestora em operações de saúde e Cláudia Conserva, diretora de gente e gestão e psicóloga com especialização em gestão de pessoas pela Fundação Dom Cabral. No chat, muitas perguntas chegaram  e uma delas tratou sobre como os dados devem ser resguardados. “A LGPD gera a necessidade de se implantar uma governança de dados. Vemos muitas empresas fazerem colcha de retalhos, com uma série de ações desconexas entre si. Com a  governança tudo passa por etapas para que nada fique de fora ou seja feito de forma errada: assim, temos a relação de todas as atividades com dados médicos, depois as bases legais, aí na governança verificamos os sistemas utilizados. Isso levanta os problemas e elimina os riscos”, aponta Paulo. 

 

E quando o vazamento de dados acontece

 

De acordo com o especialista, em primeiro lugar, a empresa que se preparou tem que ter a boa fé de emitir os avisos necessários. O palestrante cita ainda o exemplo de um evento em que participou com líderes da Europa. Um dos líderes disse o seguinte: “as empresas não estão levando multa porque o dado vazou, mas pela ausência de controle que gerou o vazamento”. Por isso, é tão importante que todas as instituições passem a cuidar das informações que têm em mãos. 


A discussão está imperdível e você pode assistir na íntegra, clicando aqui. E fique atento as nossas redes sociais, onde divulgaremos a data e os convidados do próximo AsQ Health Tech, que abordará o tema: Gamificação na saúde – a inovação no estímulo ao autocuidado. Fique por dentro de todos os eventos e novidades no nosso grupo do Telegram exclusivo para eventos e conteúdos: aqui!

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